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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2006

Cáceres Monteiro

A Morte continua e sempre a surpreender-nos. Todos sabemos o inevitável: que temos inexorávelmente de partir um dia; no entanto, choca-nos a ausência, o desaparecimento, a partida de quem amamos... ou admiramos. Essa ausência torna-se mais forte, quando, quem parte é um «mastro», um leme, vivendo não ao largo mas intensamente, profundamente. Os espiritos fortes, epreendedores nunca desaparecem. Permanecem sempre.
A vida continua veloz e cada vez mais «substituível». Mas a «Força» fica: cinzelada numa pegada infinita. A exemplo... para todos nós.
publicado por padeiradealjubarrota às 22:43
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5 comentários:
De Carlos Tavares a 8 de Janeiro de 2006 às 18:05
Um homem muito coerente... Paz à sua alma!
De correcaminhos a 6 de Janeiro de 2006 às 14:57
Nos tempos da outra senhora, havia uma revista chamada "O Século Ilustrado" da qual só agora me apercebi que o Cáceres fazia parte dela, assim como da "Flama" e mais recentemente da "Visão". Eu penso que a malta das letras perdeu uma referência importante.
De Elsita a 6 de Janeiro de 2006 às 14:32
Sem dúvida, palavras sábias. Mas fica-nos a memória e nas recordações eternizaremos quem já partiu. É a vida! Tudo bom por aqui e lembro que tambem estou no http://utilidades.blogs.sapo.pt
De pechanense a 6 de Janeiro de 2006 às 10:28
Grande jornalista...
De PDivulg a 6 de Janeiro de 2006 às 08:38
A morte é a única certeza absoluta no entanto temos sempre alguma dificuldade em entendê-la... A alma fica connosco!

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